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“o projecto de requalificação da linha do vouga: primeira reunião”

Setembro 2, 2009

 

Linha_Vouga_Requalificaçãocâmaras de aveiro e águeda, CP e refer promoveram a primeira reunião de trabalho sobre a requalificação e aproveitamento da linha do vouga
a criação de um sistema de comboios frequentes em aveiro, no âmbito do projecto de requalificação da linha do vouga, poderá ser candidatada ao actual pacote de fundos comunitários, revelou esta semana a autarquia aveirense.
na passada sexta-feira, representantes das câmaras de aveiro e de águeda, da CP e da refer assinaram um protocolo de intenções “perspectivando a viabilidade de uma candidatura conjunta ao QREN”.
[…]

a próxima reunião do grupo de trabalho decorrerá a 18 de setembro.

http://www.diarioaveiro.pt/main.php?mode=public&template=frontoffice&srvacr=pages_13&id_page=6916

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Obras da Refer afectam Centro Hípico

Agosto 23, 2009

Centro_Hípico_Ovar_Obra_Refer

No perímetro urbano da cidade de Ovar, no largo 1º de Dezembro instalado numa quinta, funciona o Centro Hípico de Ovar (CHO), empresa criada há 11 anos para ensino de equitação, treinos, manutenção de montadas de particulares (de competição ou recreio) e hipoterapia. Há cerca de um mês, a vida pausada do Centro Hípico foi fortemente perturbada pela agitação de gruas e maquinaria pesada de construção. Era o início das obras de construção de um viaduto sobre a Linha Ferroviária do Norte nessa zona, a cargo da Refer (Rede Ferroviária Nacional) e da Câmara Municipal de Ovar e que atravessa a área do CHO.

As obras vieram alterar o próprio espaço do CHO: os balneários e casa de apoio ficaram separados da valência principal; a área de aves exóticas e outros animais que fazia parte do antigo centro educativo, no início da empresa, vai ser arrasada, tal como 20% da área de dois picadeiros, que perderão funcionalidade, segundo a empresária do CHO, Ruth Henriques.

Da totalidade dos 35 cavalos que viviam no Centro Hípico de Ovar, 10 já foram retirados pelos donos e os restantes têm a sua psicologia alterada perante o ruído, o pó e a azáfama das obras. Para comprovar, o CHO para a imprensa apresenta um relatório médico do veterinário Miguel Viegas: “um estado de stress permanente desemboca em quadros de cólicas agudas e eventualmente morte ou invalidez permanente. Desde que começaram as obras já foram contabilizados três quadros clínicos de cólicas nervosas e um caso de inflamação aguda”. O trabalho de hipoterapia ficou cancelado. “Tínhamos mais de 20 crianças na hipoterapia, de entidades públicas e privadas, mas deixamos de ter condições “, diz Ruth Henriques, que ontem recebeu da Câmara de Ovar a promessa de tentar resolver o problema com a Refer.

Proprietária quer indemnização

Ruth Henriques diz-se a empresária do CHO, mas não a proprietária do terreno que lhe é arrendado. Fonte da Refer disse ao DN que expropria o proprietário do terreno, mas não se propõe indemnizar a CHO. Mas, segundo Ruth Henriques, foi feita uma proposta pela Ferbritas, empresa que processa as expropriações da Refer, em que os donos do CHO receberiam um montante, pago em duas prestações, para transferir a valência para outro local. “A Refer recusou e disse existirem condições para o CHO continuar no local”, acrescentou a empresária de Ovar. Fonte da Refer disse terem sido tomadas providências no sentido de minimizar os efeitos das obras: instalação de vedações nos limites da expropriação, acessos independentes para os utentes do centro e mobilização constante de um equipamento de rega dos solos para evitar o levantamento da poeira.

Texto de Joana Capucho (Fonte: Diário de Notícias)

Foto de Ana Jesus Ribeiro

o TGV em anadia é “rés vés campo de ourique” para certas localidades.

Fevereiro 11, 2009

jmribeiro_requerimento_pergunta_tracado_tgv_anadia

José Manuel Ribeiro, hoje entregou à mesa da AR a sua “pergunta preocupação” pelo município de anadia, dirigida nomeadamente ao Sr. ministro das obras públicas, transportes e comunicações e, onde se depreende do exposto que negativo será para certas localidades do concelho. diria mesmo: “de raspão e destruindo o que é da bairrada”.

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Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República 

  

 

 

 

 

 

 

 

“” o governo fez publicar em diário da república, a resolução do conselho de ministros (RCM) n.º 12/2009, datada de 8 de janeiro de 2009 e assinada pelo primeiro-ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. uma RCM portadora de más notícias para o município de anadia, em linha com o que o governo socialista do Eng.º José Sócrates, infelizmente, já nos habituou. na verdade, a referida RCM, que estabelece o traçado e os “corredores” do TGV, refere que se encontram “agora reunidas as condições para proceder à delimitação das áreas a abranger no traçado compreendido (…) entre pombal e oliveira do bairro”, pelo que, na sua óptica “cumpre aprovar as presentes medidas preventivas”. no essencial, as medidas preventivas que o governo fez aprovar “destinadas a evitar a alteração das circunstâncias e condições existentes nas zonas identificadas que tornem a execução do empreendimento público para a ligação ferroviária de alta velocidade do eixo lisboa – porto mais difícil ou onerosa, com vista a garantir o período necessário para a sua programação e execução”, medidas estas que terão a vigência pelo prazo de dois anos, prorrogável por um ano. mas o diploma do governo vai mais longe, pois vem “estabelecer que o empreendimento público projectado (…) deve desde já ser tido em consideração na elaboração, alteração ou revisão de todos os instrumentos de gestão territorial”, como seja, a título de exemplo, o plano director municipal (PDM) de anadia.

fica assim a ideia que o PDM de anadia, que leva cerca de uma década a ser revisto, poderá sofrer mais um percalço, prejudicando ainda mais o município de anadia. aumenta a preocupação quando compulsando o n.º 1 do artigo 1.º (parecer prévio) do anexo II relativo às medidas preventivas, se constata o impacto no dia-a-dia da vida das populações de anadia deste diploma governamental. na verdade, as áreas abrangidas pelas presentes medidas preventivas, ficam sujeitos a parecer prévio vinculativo da rede ferroviária nacional” (REFER) os seguintes actos ou actividades:

a) criação de novos núcleos populacionais, incluindo operações de loteamento; b) construção, reconstrução ou ampliação de edifícios ou de outras instalações; c) instalação de explorações ou ampliação das já existentes; d) alterações importantes, por meio de aterros ou escavações, à configuração geral do terreno; e) derrube de árvores em maciço, com qualquer área; f) destruição do solo vivo e do coberto vegetal.

 

como se depreende o governo, à conta do TGV, aprova um “colete de forças” que vem criar ainda mais restrições e limitações ao município de anadia, com prejuízo para o seu desenvolvimento e progresso. acresce que, quem analisa as plantas anexas à supramencionada RCM fica escandalizado com o que vê. na verdade, com o traçado e os “corredores” que o governo apresenta, o TGV “passa à tangente” junto de várias localidades. aliás, deve ser referido que a entrada sul do município de anadia tem dois “corredores”. as localidades que poderão vir a ser bastantes prejudicadas são: tamengos, curia, horta, ribafornos, óis do bairro, são lourenço do bairro e ancas, entre outras. uma situação que, a verificar-se, retirará qualidade de vida aos munícipes, em especial aos destas localidades, com todos os inconvenientes que facilmente se inferem. mais, analisando as mesmas plantas constata-se ainda que, além da criação de um “rasgo” inaceitável, uma barreira anti-natural que é efectuada no município de anadia, o projecto TGV irá destruir várias dezenas de hectares de vinhedo, aniquilando aquela que é porventura a principal riqueza da região! “” mapa_tracado_tgv

destrói vinhas, arruína uma beleza natural sem paralelo e intromete-se, devastadoramente, em projectos de assinalável sucesso na região e no país. esta situação é inaceitável e incompreensível! o TGV, no caso concreto do município de anadia, é um verdadeiro “atentado” que merece o profundo repúdio do subscritor, pois este investimento não trás qualquer benefício às pessoas, às empresas e às Autarquias. mais, fica também claro que o TGV causará impactos similares nos municípios da mealhada e de oliveira do bairro. deste modo, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, vem o deputado abaixo-assinado, requerer ao governo, através do senhor ministro das obras públicas, transportes e comunicações, os seguintes esclarecimentos:

1 – tem o governo noção do enorme prejuízo que o traçado do TGV e os “corredores de protecção” vêm causar ao município de anadia?

2 – tem o governo noção que o TGV, no município de anadia, vai destruir vários hectares de vinhedo, aniquila uma beleza natural sem paralelo, e intromete-se devastadoramente, em projectos de assinalável sucesso na região e no país?

3 – na definição das medidas preventivas, o governo auscultou as autarquias locais dos municípios que podem vir a ser afectadas pelo TGV? se sim, quais?

4 – a câmara municipal de anadia foi ouvida? se sim, em que termos e qual foi a sua resposta?

5 – tem o governo consciência que as medidas preventivas aprovadas provocam graves prejuízos no dia-a-dia dos cidadãos e empresas do concelho de anadia?

6 – tem o governo elencadas algumas contrapartidas para os cidadãos e empresas do concelho de anadia afectadas pela decisão governamental? “”

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lisboa, palácio de São Bento, 11 de fevereiro de 2009. 

o deputado do PSD, – José Manuel Ribeiro –

 

a linha do vouga tem uma “passagem e meia por kilómetro”

Novembro 20, 2008

a linha do vouga tem 96.2 kilómetros de extensão, 158 passagens de nível, ou seja, mais de uma passagem e meia por kilómetro. http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=155&id=7504&idSeccao=1581&Action=noticia

58 passagens de nível vão à vida a partir do centenário [início das comemorações a 23 de novembro] da linha do vouga e nos concelhos de espinho, santa maria da feira, são joão da madeira, oliveira de azeméis, albergaria-a-velha, águeda e aveiro, comprometeu-se a REFER, rede ferroviária nacional.

uma supressão colectiva, “questão de dias e de vidas sem mortes”. avivar a linha com outra cor. outra fama merece o vouguinha. centenario_linha_vouga_adeus_passagem_nivel

“vidas longas com a supressão!”

Novembro 13, 2008

 linha_vouga_centenaria_supressao_passagens

a linha do vouga, a linha que foi conhecida como linha do vale das voltas e derivada ás curvas forçadas e no histórico se fala, teve mesmo a sina de acidentada. precisamente no dia 23 de novembro, dia do centenário, a REFER vai assinar para que se proceda ao início da supressão de passagens de nível e à automatização de outras. em causa está o “mudar a sina” da linha do vouga e não o futuro da mesma. lema da CP e da REFER: seguramente, avivar a linha do vouga.

“vidas longas com a supressão”. quis recriar para o centenário que se aproxima. a ferrugem sinaliza as mortes evitadas em anos anteriores. o vouguinha segue pois os passageiros estimam-no e muito no quotidiano, e merece outra fama.

o meu logotipo das comemorações, colado e partilhado.

http://www.cm-aveiro.pt/www/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=31029&divName=2&id_class=2

REFER quer reduzir acidentes do vouguinha

Novembro 5, 2008

linha_vouga_refer_acidentes

a linha do vouga registou 20 acidentes em 2007 e em passagens de nível.

é no vouguinha que se regista 30% da sinistralidade em rede ferroviária nacional. medida: automatizar a maior parte das passagens de nível suprimindo algumas.

o vouguinha merecia outra fama e bem longe desta. tive o prazer profissional e por 3 vezes de “andar” nele e não foram por desgraça.

a passo de caracol,”chia na antiguidade a preservar”, belas paisagens esverdeantes no seu percurso… mas sem “aquele boneco vital a dizer que sim, ou que não, ao chauffeur…”.

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/defbb4070d3b896bc76744.html