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Obras da Refer afectam Centro Hípico

Agosto 23, 2009

Centro_Hípico_Ovar_Obra_Refer

No perímetro urbano da cidade de Ovar, no largo 1º de Dezembro instalado numa quinta, funciona o Centro Hípico de Ovar (CHO), empresa criada há 11 anos para ensino de equitação, treinos, manutenção de montadas de particulares (de competição ou recreio) e hipoterapia. Há cerca de um mês, a vida pausada do Centro Hípico foi fortemente perturbada pela agitação de gruas e maquinaria pesada de construção. Era o início das obras de construção de um viaduto sobre a Linha Ferroviária do Norte nessa zona, a cargo da Refer (Rede Ferroviária Nacional) e da Câmara Municipal de Ovar e que atravessa a área do CHO.

As obras vieram alterar o próprio espaço do CHO: os balneários e casa de apoio ficaram separados da valência principal; a área de aves exóticas e outros animais que fazia parte do antigo centro educativo, no início da empresa, vai ser arrasada, tal como 20% da área de dois picadeiros, que perderão funcionalidade, segundo a empresária do CHO, Ruth Henriques.

Da totalidade dos 35 cavalos que viviam no Centro Hípico de Ovar, 10 já foram retirados pelos donos e os restantes têm a sua psicologia alterada perante o ruído, o pó e a azáfama das obras. Para comprovar, o CHO para a imprensa apresenta um relatório médico do veterinário Miguel Viegas: “um estado de stress permanente desemboca em quadros de cólicas agudas e eventualmente morte ou invalidez permanente. Desde que começaram as obras já foram contabilizados três quadros clínicos de cólicas nervosas e um caso de inflamação aguda”. O trabalho de hipoterapia ficou cancelado. “Tínhamos mais de 20 crianças na hipoterapia, de entidades públicas e privadas, mas deixamos de ter condições “, diz Ruth Henriques, que ontem recebeu da Câmara de Ovar a promessa de tentar resolver o problema com a Refer.

Proprietária quer indemnização

Ruth Henriques diz-se a empresária do CHO, mas não a proprietária do terreno que lhe é arrendado. Fonte da Refer disse ao DN que expropria o proprietário do terreno, mas não se propõe indemnizar a CHO. Mas, segundo Ruth Henriques, foi feita uma proposta pela Ferbritas, empresa que processa as expropriações da Refer, em que os donos do CHO receberiam um montante, pago em duas prestações, para transferir a valência para outro local. “A Refer recusou e disse existirem condições para o CHO continuar no local”, acrescentou a empresária de Ovar. Fonte da Refer disse terem sido tomadas providências no sentido de minimizar os efeitos das obras: instalação de vedações nos limites da expropriação, acessos independentes para os utentes do centro e mobilização constante de um equipamento de rega dos solos para evitar o levantamento da poeira.

Texto de Joana Capucho (Fonte: Diário de Notícias)

Foto de Ana Jesus Ribeiro

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contracção de empréstimo: “LM propôs. falta a AM aprovar”.

Fevereiro 4, 2009

camara_municipal_anadia

no município de anadia deverá ser investido até 2013… 28 milhões 135 mil e 356 euros. o autarca Litério Marques disse em conferência de imprensa, na passada segunda-feira dia 2 de fevereiro de que a câmara de anadia tinha capacidade de endividamento para avançar com uma “catrefada” de obras de relativa importância para o desenvolvimento do concelho.

http://www.jb.pt/noticia.aspx?id=10889

o centro de alto rendimento de sangalhos (velódromo de sangalhos) e o centro escolar de arcos levaram Litério Marques (LM) a propôr em reunião de executivo a contracção de um empréstimo de 4 milhões e 600 mil euros. a assembleia municipal (AM) terá a última palavra… como deve ser.

a regeneração urbana de anadia é tida como “certa e citadina” para avançar, com ou sem apoio da união europeia projecto_regeneracao_urbana_anadia embora Litério Marques tenha fé de conseguir pois a autarquia nunca usufruiu de qualquer “revolução urbana de nenhum calibre”.

“a tempestade de expectativa” não inundou a baixa.

Janeiro 24, 2009

graças a Deus, foi “tempestade de expectativa” (até ver pois dão mau tempo até segunda-feira), apenas cortes de estradas e de acessos como este do túnel do sardão para o estádio municipal com inundação reflectida já sem grande preocupação. tunel_sardao_inundacao_agueda 

(hoje ambos os registos pelas 7.30 da manhã)

“alguns comerciantes da zona baixa da cidade de águeda acreditam que as últimas obras pela câmara de águeda podem minimizar os efeitos da subida do rio. o rio foi limpo no ano passado, de maneira que tem melhor escoamento.” http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=%C1gueda&Option=Interior&content_id=1076998

o rio águeda transbordou mas a baixa não inundou. rio_agueda_baixa_sem_cheia_manha

“laranja só de vista”.

não há nada como as câmaras prevenirem aos seus munícipes. “não vá o caramulo em cheio aprontar”.

aproveitei e dei um salto à praça. (“ó tempo que lá não ia”)