Posts Tagged ‘Joana Capucho’

“mesmo que o local não pertença a alguém que pague, intervimos” [Sérgio Bento – GN aveiro]

Outubro 5, 2009

Guarda Nocturno_Sérgio Bento_Aveiro Guarda Nocturno_Grupo Jovens_Repreensão_Aveiro

arriscam a vida, todas as noites, para vigiar casas, lojas, pessoas  e equipamentos, mas não têm ordenado fixo. são 400 no país, distribuídos  por lisboa, porto,  setúbal, aveiro e leiria. 

o DN [*] acompanhou um turno. […]

Sérgio Bento, 30 anos, estatura média, mas muito entroncado, segue, acompanhado pela equipa de reportagem do DN, para a sua área de vigilância que inclui a zona de diversão nocturna conhecida como praça do peixe. […]

[*] repórteres DN: Ana Jesus Ribeiro e Joana Capucho

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1381463&seccao=Centro

com armas mas desarmados

o estado não reconhece a actividade como profissão de risco, mas são inúmeros os episódios relatados pelos guardas-nocturnos (GN) com facas, navalhas e armas de fogo.

os GN de aveiro nunca receberam armas da PSP ou GNR e só estão dotados de pistolas aqueles que têm licença de uso e porte de arma.

uma grande parte está a aguardar que a licença seja emitida, queixando-se de uma prolongada espera.

em lisboa e noutras cidades, as forças policiais distribuíam armas pelos vigilantes, o que deixou de acontecer recentemente.

mas uma portaria publicada pelo governo no mês passado prevê o uso de arma, de carácter permanente, a fornecer pelas forças de segurança.

as armas que acompanham agora os GN só podem usadas em defesa pessoal.

daí, estes profissionais alegarem que a sua missão de defender terceiros fica comprometida.

com armas no coldre sentem-se desarmados.

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Sangalhos já tem velódromo

Setembro 12, 2009
Inaug_Velódromo_Sangalhos_Pista

O Velódromo Nacional de Sangalhos – Centro de Alto Rendimento (CAR) foi inaugurado ontem, mostrando reunir todas as condições para a prática de ciclismo de pista, esgrima, judo, ginástica e trampolins.

O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, considera que o CAR de Sangalhos “cumpre de uma só vez vários sonhos antigos do desporto português”.

O Velódromo Nacional compreende a primeira e a única pista coberta para ciclismo em Portugal, de 250 metros de comprimento, inaugurada de forma simbólica por Alves Barbosa, nome sonante do ciclismo nacional, que se destacou por ter sido o primeiro português a vencer a Volta a Portugal.

Alves Barbosa

Alves Barbosa

A infra-estrutura, que representa um investimento global de 12 milhões de euros, inclui ainda um hotel centro de estágio, com 16 quartos duplos, área de restauração, sala de convívio e ginásio.

O complexo recebe hoje e amanhã a 1.ª edição da Taça Ibérica de Pista.

 

Texto de Joana Capucho (fonte: Diário de Notícias)

Foto de Ana Jesus Ribeiro

Maior veleiro do mundo encanta em Aveiro

Setembro 6, 2009
Munfred Hoppe - oficial alemão

Munfred Hoppe - oficial alemão

Estava um sol radioso às 10.00, a ria era um espelho azul e um grande albatroz era novidade na paisagem. De velas recolhidas, estava o russo Sedov, construído em 1920 e considerado o maior veleiro do mundo pelos seus 108,7 metros de comprimento, quatro mastros e capacidade para transportar uma tripulação de cerca de 300 pessoas.

Grupos de jovens, de tronco nu, movimentavam-se um pouco por todo o lado na grande embarcação, atracada no Porto de Aveiro, concelho de Ílhavo. O Sedov interrompeu a viagem entre a Holanda e o Mónaco para matar saudades do porto onde atracou em Setembro de 2008, na Regata dos Grandes Veleiros.

Carlos Sousa e Maria Natália, emigrantes nos EUA, foram os primeiros visitantes. “Viemos a Portugal passar umas férias, demos uma volta pela ria e viemos parar aqui”, explicou o ex-marítimo. Ao contrário deste casal, muitos acabavam por desistir da entrada ao saberem que custava 3 euros.

Subidas as escadas do portaló, Munfred Hoppe, oficial alemão, fez um roteiro ao casal de emigrantes. “O Sedov é um navio-escola para cadetes que ambicionam tornar-se oficiais, mecânicos e especialistas de rádio, mas tem também uma vertente turística”, explicava Munfred Hoppe. Daí os camarins, o espaçoso bar, um museu, a loja de lembranças e uma espaçosa sala de cinema, mordomias que custam ao turista 80 euros por noite.

O Sedov fica atracado até amanhã, podendo ser visitado hoje, entre as 10.00 e as 21.00.

Texto de Joana Capucho
Foto de Ana Jesus Ribeiro

Maior veleiro do mundo volta a atracar em Ílhavo

Setembro 4, 2009

SEDOV

O maior veleiro do mundo, o STS SEDOV, regressa hoje ao município de Ílhavo, depois da sua passagem em Setembro de 2008, no âmbito da Regata dos Grandes Veleiros. O Porto de Aveiro foi o escolhido como porto de paragem da sua viagem entre Delfzijl (na Holanda) e o Mónaco.
O STS SEDOV chega hoje e ficará durante três dias, até segunda-feira. O navio, atracado no Terminal Norte do Porto de Aveiro, vai estar aberto ao público para visitas no sábado e no domingo (dias 5 e 6), entre as 10.00 e as 20.00.
O STS SEDOV é o primeiro veleiro “Classe A” a visitar o município e o Porto de Aveiro desde que, em Março de 2009, o Porto obteve o estatuto de “Friendly Port”, que garante aos grandes veleiros que o visitam condições excepcionais de estadia.

Texto de Joana Capucho

Foto de Ana Jesus Ribeiro

‘Diabinha’ leva praia até à final

Agosto 27, 2009

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“Isto dá muito trabalho”, explicava sorridente a avó de Tomás Birra, enquanto o pequeno artista se empenhava em rasgar as algas que dariam cor aos vulcões que levantava do areal da praia da Barrinha, em Esmoriz, em mais uma edição das Construções na Areia. A névoa matinal não afastou as dezenas de participantes, familiares e veraneantes atentos, empenhados em ver a areia ganhar formas.

A adesão dos jovens do escalão A, dos 6 aos 11 anos, foi grande e, além de esgotarem as inscrições, ocuparam ainda os lugares deixados pelos mais crescidos, do escalão B. A escassos metros do mar que, pela agitação, não convidava a banhos, os jovens davam asas à imaginação. Com o auxílio de baldes de água, pás, pincéis e espátulas, nasciam no areal as habituais esculturas de cavalos-marinhos, tartarugas, sereias, borboletas e castelos.

Mas foi a “diabinha” esculpida por Vânia Santos, de 12 anos, que encantou o júri e que levará a Barrinha até à final, no dia 6 de Setembro. Com uma espátula e uma esponja, a jovem esculpiu minuciosamente uma “diabinha” apetrechada de um tridente e, a seus pés, várias chamas de fogo. “Gosto de diabos, caveiras e essas coisas”, explicou ao DN. O irmão, Tiago Santos, de 8 anos, conquistou pela primeira vez o primeiro lugar do escalão A. “É um caranguejo a tentar apanhar um peixe, mas não consegue porque tem que esticar mais o braço”, diz Tiago.

Inspirada nos pescadores que desde pequena vê naquela praia e que, como faz questão de salientar, “são uma das características da zona”, Bárbara Vaz, de 14 anos, conquistou o segundo lugar do escalão B. Com os materiais de construção nas mãos, os pequenos artistas abandonaram os seus lugares para a fotografia de grupo. O grito final demonstrava o entusiasmo: “Viva as construções na areia”.

Texto de Joana Capucho

Foto de Ana Jesus Ribeiro

Obras da Refer afectam Centro Hípico

Agosto 23, 2009

Centro_Hípico_Ovar_Obra_Refer

No perímetro urbano da cidade de Ovar, no largo 1º de Dezembro instalado numa quinta, funciona o Centro Hípico de Ovar (CHO), empresa criada há 11 anos para ensino de equitação, treinos, manutenção de montadas de particulares (de competição ou recreio) e hipoterapia. Há cerca de um mês, a vida pausada do Centro Hípico foi fortemente perturbada pela agitação de gruas e maquinaria pesada de construção. Era o início das obras de construção de um viaduto sobre a Linha Ferroviária do Norte nessa zona, a cargo da Refer (Rede Ferroviária Nacional) e da Câmara Municipal de Ovar e que atravessa a área do CHO.

As obras vieram alterar o próprio espaço do CHO: os balneários e casa de apoio ficaram separados da valência principal; a área de aves exóticas e outros animais que fazia parte do antigo centro educativo, no início da empresa, vai ser arrasada, tal como 20% da área de dois picadeiros, que perderão funcionalidade, segundo a empresária do CHO, Ruth Henriques.

Da totalidade dos 35 cavalos que viviam no Centro Hípico de Ovar, 10 já foram retirados pelos donos e os restantes têm a sua psicologia alterada perante o ruído, o pó e a azáfama das obras. Para comprovar, o CHO para a imprensa apresenta um relatório médico do veterinário Miguel Viegas: “um estado de stress permanente desemboca em quadros de cólicas agudas e eventualmente morte ou invalidez permanente. Desde que começaram as obras já foram contabilizados três quadros clínicos de cólicas nervosas e um caso de inflamação aguda”. O trabalho de hipoterapia ficou cancelado. “Tínhamos mais de 20 crianças na hipoterapia, de entidades públicas e privadas, mas deixamos de ter condições “, diz Ruth Henriques, que ontem recebeu da Câmara de Ovar a promessa de tentar resolver o problema com a Refer.

Proprietária quer indemnização

Ruth Henriques diz-se a empresária do CHO, mas não a proprietária do terreno que lhe é arrendado. Fonte da Refer disse ao DN que expropria o proprietário do terreno, mas não se propõe indemnizar a CHO. Mas, segundo Ruth Henriques, foi feita uma proposta pela Ferbritas, empresa que processa as expropriações da Refer, em que os donos do CHO receberiam um montante, pago em duas prestações, para transferir a valência para outro local. “A Refer recusou e disse existirem condições para o CHO continuar no local”, acrescentou a empresária de Ovar. Fonte da Refer disse terem sido tomadas providências no sentido de minimizar os efeitos das obras: instalação de vedações nos limites da expropriação, acessos independentes para os utentes do centro e mobilização constante de um equipamento de rega dos solos para evitar o levantamento da poeira.

Texto de Joana Capucho (Fonte: Diário de Notícias)

Foto de Ana Jesus Ribeiro

Festival do Bacalhau leva novamente as tasquinhas ao Oudinot

Agosto 17, 2009

José_Cid

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o texto é da autoria da jornalista Joana Capucho (colaboradora do jornal diário de notícias – aveiro), a minha nova parceira profissional (co-autora) para a escrita (daí as maiúsculas e tudo mais respeitado) no blog/portfólio profissional “Leiam a imagem”, sempre com imagens da minha autoria.

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Festival do Bacalhau leva novamente as tasquinhas ao Oudinot

No âmbito das Festas do Município de ÍlhavoMar Agosto 2009 – o Jardim Oudinot, localizado junto ao Navio – Museu Santo André, na Gafanha da Nazaré, recebe pelo segundo ano consecutivo o Festival do Bacalhau.

Entre os dias 19 e 23 de Agosto, os visitantes podem saborear o bacalhau confeccionado de diferentes formas, ao som de vários artistas portugueses.

O festival substitui as Tasquinhas do Bacalhau que durante dez anos tiveram lugar no centro da cidade de Ílhavo. Aqueles que se deslocarem ao renovado espaço ribeirinho, Jardim Oudinot, terão oportunidade de provar as iguarias de nove Tasquinhas do Bacalhau e das padeiras de Vale d’Ílhavo.

O certame conta, ainda, com uma Mostra e Prova de Vinhos, cinema ao ar livre, animações, exposições e mostras de artesanato.

 
A música terá presença diária neste festival que acolhe nomes como Just Girls (quarta-feira, dia 19), Just_Girls Roberto Leal (quinta-feira, dia 20), José Cid (sexta-feira, dia 21), Per7ume (sábado, dia 22) e Rita Guerra (domingo, dia 23). Rita_Guerra
O festival que atrai milhares de pessoas à Capital Nacional do Bacalhau, organizado pela Câmara Municipal de Ílhavo em parceria com a Confraria Gastronómica do Bacalhau, será inaugurado na próxima quarta-feira, às 18.00, no Navio – Museu Santo André.