falta de guarda-corpos e ferros são a maior “queda para a morte”.

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seguranca_nas_obras

li atentamente uma reportagem no Diário de Notícias, “arriscar a vida nas obras” [http://dn.sapo.pt/2008/11/15/sociedade/arriscar_a_vida_obras.html], elaborada e “colada durante dois dias” à uma inspecção feita pelos inspectores da autoridade para as condições do trabalho ( ACT ) em grandes obras da grande lisboa.

51 precalços na construção civil deram origem a mortes este ano. as quedas em altura lideram. constatou o DN que a falta de guarda-corpos e de ferros é visível nas obras. ainda bem que, tele-à-vista, o velódromo nacional – centro de alto rendimento de sangalhos, uma grande obra da “grande bairrada” foge ao comum ( foto ) e residente orgulhosa. numa pequena composição fotojornalística da obra, também concentrar e “luzir” tanta segurança visível como o colete, o capacete, luvas… é obra.

“ganham em média cinco euros por hora… 653 euros o rendimento médio dos trabalhadores da construção civil… 556,4 mil empregados na construção civil no 2º trimestre de 2008″… destaco e uma profissão de risco 24 horas.

pergunto: quem é que se queixa em trabalhar no “condicionado ambiente” e aos fins-de-semana… e “ultrapassa até os 653 euros” e no rés-do-chão pisa?

“os operários conhecem os perigos que enfrentam todos os dias, mas dizem não ter opção”.

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